Eu – Qualquer dia, depois do sexo, digo que te amo. Não te assustes.
Estávamos os dois, nus, estendidos, a olhar para o teto do quarto. A nossa respiração estava bem mais ofegante do que o costume. Sentia o coração do M mais acelerado e, apesar da imensa vontade, faltou-se-me a coragem de deitar-me no peito dele e asfixia-lo de mais amor.
Faltou-se-me muita coisa, faltou-se-me quase tudo, até o sono que não me largava quando estava deitada no sofá faltou-se-me naquele momento.
Faltou-se-me que o orgasmo durasse mais meio segundo. E teria dito.
adoro os teus textos!
ResponderEliminarquando vens a portugal gira?
beijinhos querida
Chic Diary
r: era preciso é que me deixassem fazer isso!
ResponderEliminarr: bolas rapariga andas emsmo sem tempoo
ResponderEliminarbeijinhos querida
Chic Diary
adorei ! :)
ResponderEliminarr: pulso sempre firme !
É muito diferente .
A minha relação nunca teve nada de perfeito sem ser o amor , que sentimos um pelo outro , não quebra não diminuí por muito que passem anos , passem outros nas nossas vidas , eu amo-o com a mesma intensidade .
É estranho , mas é assim .
Não penses demais! E diz... Sem medos.
ResponderEliminarR: A mana agradece pelo elogio, e eu também :p.
A rapariga, é a Joana, era lá do Camões, por isso é que não te é estranha.
Beijinhos