Gosto de rotinas.
Não sei se é só de mim, se é de toda a gente.
Gosto de me sentir segura. Se repito sítios públicos, repito o lugar em que sento. Se gostar de um prato gosto também da casa. Um é o suficiente para mim.
Mudei de marca. Estive quatro anos a variar no mesmo, num relacionamento sério com o sir Steve Jobs. Agora mudei-me para o lado das asias e uso marca coreana. Tem-se notado que não falo a língua. Apesar de estar tudo em português, cheira-me a chinês e troco as voltas. Gosto de me sentir confortável.
Levo algum tempo a habituar-me ao novo. Não gosto de trocar de roupão e de pantufas. Sinto que fazem parte da família.
Se o meu grupo de amigos aborda assuntos alheios à minha cultura sorrio e fico calada, tento aprender com as frases soltas e não dou bitaites para tentar acertar. Só sorrio.
Conheço muito boa gente que sem querer querendo acaba por “ensinar” mentiras só por não saber ficar calada.
Eu cá gosto de rotinas e se não tiver de ir a julgamento por falar demais, óptimo. Fico calada.
As pessoas habituaram-se a sentir a sabedoria nos poros e sentem-se obrigados a transmiti-las, são todos altruístas é verdade. Eu cá confesso que sou de pouco saber. Que seja bem-vindo todo o ensinamento!
Acabei de falar com um amigo que me lembrou do meu/nosso gosto peculiar pelo pão com manteiga. As pessoas estragam o sabor da dita com os tais acompanhamentos. Eu gosto do simples. Gosto de me sentir aconchegada.
Tenho trabalhado a semana toda e moro longe da cidade portanto de segunda a sexta é casa-trabalho, trabalho casa. Gosto de fazer planos para o fim-de-semana logo à segunda-feira. Não gosto de imprevistos.
Tenho pessoas e lugares de costume. E gosto disto.
Também gosto de coisas novas, pessoas, lugares, comidas… tudo, não é a toa que ando sempre a mudar de penteado. Gosto de arriscar. E já estou a ser controversa.
Hábitos são mais seguros que regras. Não precisas de mante-los nem de segui-los.
Não sei se é só de mim, se é de toda a gente.
Gosto de me sentir segura. Se repito sítios públicos, repito o lugar em que sento. Se gostar de um prato gosto também da casa. Um é o suficiente para mim.
Mudei de marca. Estive quatro anos a variar no mesmo, num relacionamento sério com o sir Steve Jobs. Agora mudei-me para o lado das asias e uso marca coreana. Tem-se notado que não falo a língua. Apesar de estar tudo em português, cheira-me a chinês e troco as voltas. Gosto de me sentir confortável.
Levo algum tempo a habituar-me ao novo. Não gosto de trocar de roupão e de pantufas. Sinto que fazem parte da família.
Se o meu grupo de amigos aborda assuntos alheios à minha cultura sorrio e fico calada, tento aprender com as frases soltas e não dou bitaites para tentar acertar. Só sorrio.Conheço muito boa gente que sem querer querendo acaba por “ensinar” mentiras só por não saber ficar calada.
Eu cá gosto de rotinas e se não tiver de ir a julgamento por falar demais, óptimo. Fico calada.
As pessoas habituaram-se a sentir a sabedoria nos poros e sentem-se obrigados a transmiti-las, são todos altruístas é verdade. Eu cá confesso que sou de pouco saber. Que seja bem-vindo todo o ensinamento!
Acabei de falar com um amigo que me lembrou do meu/nosso gosto peculiar pelo pão com manteiga. As pessoas estragam o sabor da dita com os tais acompanhamentos. Eu gosto do simples. Gosto de me sentir aconchegada.
Tenho trabalhado a semana toda e moro longe da cidade portanto de segunda a sexta é casa-trabalho, trabalho casa. Gosto de fazer planos para o fim-de-semana logo à segunda-feira. Não gosto de imprevistos.
Tenho pessoas e lugares de costume. E gosto disto.
Também gosto de coisas novas, pessoas, lugares, comidas… tudo, não é a toa que ando sempre a mudar de penteado. Gosto de arriscar. E já estou a ser controversa.
Hábitos são mais seguros que regras. Não precisas de mante-los nem de segui-los.
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