Ultimamente tem sido porque me pedem e eu gosto. Não porque eu gosto e até pedem...
Ultimamente tenho repetido palavras em menos de cinco linhas de frases parvas sem sentido. Só sentidas.
Natal, paz e amor e balelas balelas, esmolas aos pobres, "parfois", bacalhau, família, felicidades temporárias e mais não sei quantas recordações para recordar no 25 do ano a seguir. Depois reclamar ou melhorar.
Nunca nos ensinam o verdadeiro sentido desse dia. Eu desconheço. Tenho teorias de ideal de Natal obviamente. E obviamente porque a vida assim o fez. Natal é mesa cheia de "tromp-l'oeil" que engordam os olhos e as vestes daqueles que fazem dietas no ano à seguir, é ter sorriso na cara, mesmo que falso… é qualquer paro que tenha sinónimo de alegria.
Do coração, do fundo. Mostro um sorriso genuíno, um chamego sentido de votos mais que felizes. Não para os meus, nem para os teus. Para todos.
Para me sentir comum, usar clichés que todo o mundo diz. Já que sou “normal” também, faço uso do corrente e desejo o melhor dos cures com o intuito de melhorar-me, melhorar-vos e fazer-nos “nós”. De igual para igual.
Feliz Natal.
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