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dó, ré mi, Faça chuva ou faça sol, embebeda-se o Leitão.





Primeiro de muitos. Espero eu, nem que seja por desamor.


“Sorte no amor azar ao jogo” é o que dizem. As minhas fortunas estão pela hora da morte portanto já se vê do que aqui há de sair. Sentimentos de tactos quase nobres, de afeição e de mais ou menos preocupação.
Vá a quem é que eu quero enganar… não é de mais ou menos é de mais mais, não de mas, apesar de existirem. Existem sempre. São de mais. Positivo positivo.

 Agora é mesmo carpe diem. Tem quase o dobro da minha existência e para mal dos pecados observa os meus passos com olhos de ver… e vê mesmo. Coisas que as vezes nem eu enxergo. E isto é confuso, sim é. Nem vou dizer que é amor. A vaidade é o calcanhar de Aquiles de muitos Usains Bolt, lá se vai perdendo a velocidade e o fogo. Deixa assim. Manda-se pedregulhos de carinho muito de vez em quando para se não deixar viciar e ridicularizar o belo.


Isso para dizer que.. Cultura geral não é o meu forte. Vou é querendo ser culta a teu respeito, isso interessa-me. Não sou de cá, e quando digo isso refiro-me às Zangolas. Não de Angola, atenção, que do meu país eu sou! Não tenho é a mente dele. Mas tenho tentando melhorar, ou piorar, dependendo do ponto de vista. Agora com tudo à flor da pele.. ui ui uiá! Empenho não me falta. Só não posso é arriscar sozinha. Isso é parvo e eu não sou parva.


Gosto de gostar. Gosto do deslumbre, do encanto... não é conto de  fadas por causa da poeira e de eu não dormir com almofada, e eu sou lapa, e tu és demasiado prudente, e eu arrisco e tu petiscas. É só real.




Vamos passar a meia noite em Paris?







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