Não devia andar a contar os dias, não devia não ter dias para contar.

O sexo tornou-se uma banalidade. Mas desde quando? Desde nunca.
Queria não ter desculpas para falar contigo. Mas por outro lado é uma escolha minha inventar filosofias para te ver.
Digo que não, mas a minha razão discorda e grita que sim.
Sei que és um erro mas o todo só se acerta ao teu lado.
O sexo tornou-se uma banalidade. Mas desde quando? Desde nunca.
Porque o dia zero não para de acontecer. Nem vi que me estava a mentir. A tentar parecer um gajo forte que só te quer comer.
Não passa de pura e crua encenação sem qualidade. Não te convenço.
Tantos paradoxos que a tua existência em si já se tornou contraditória.
No fundo sou um bom moço e quero-te para casar, quero que sejas a mãe dos meus filhos e admitir isso é arriscado para mim. Sei que és do mundo. Um mundo teu é verdade, mas és dele não minha. Não te vou cortar as asas (se bem que vontade não me falta)
Morre homem de Deus, ou mata-me de desgosto para que um dia te odeie mais do que amo.
E é isso. A primavera, o ócio e o cio.
com amor, Cácia.
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