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Dear Santa

Sem meias falas de gestos grandíloquos e eufemismos para que não percebas que hoje te escrevo por puro e mero interesse, pai Natal, por favor ouve o meu pedido e vem em meu auxilio, existe. Na única vez em que te escrevo com esperanças de que as minhas preces sejam de facto ouvidas, não me desiludas, não sejas tu também uma fantasia, um destino impossível e inatingível.
Sê real, vive, respira, vem, tu, as tuas renas e o teu trenó.. mostra-me só. Só a mim, não sabes do quanto preciso. Da falta que a tua simples existência me faz.
Ensina-me coisas Santa, sei que só tu me podes de facto ensinar aquilo que quero aprender.
Ajuda-me Pere. Diz-me só, como é suposto ser eu, saber lidar com metade dos meus medos, com o mais simples gesto de dizer que amo? Como? ajuda-me a dizer. a sentir. Por favor. Pela pessoa que mais amo. Ensina-me a saber ama-la. Ohh pai!! que a minha mãe seja sempre honrada. Deixo contigo

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