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kuntentizza

Tenho a cabeça vazia. Alguém me roubou as ideias.
Reparei que quando escrevo tenho a mania de exaltar o presente, ou de chorar sobre as letras.
Já tinha saudades de escrever, saudades de reflectir com o coração. Tinha saudades de tentar perceber o que sinto, isso sim!
Pois bem, estou feliz. Agora estou, sei que sim. Devia chorar, tenho motivos para o fazer e em qualquer outro tempo, qualquer outro lugar, teria lágrimas no rosto e nariz pingado.
Mas, apesar dos pesares, do cansaço e dos pulmões rebentados por decotes, sou capaz de jurar que ninguém no mundo está mais feliz do que eu. E tudo graças ao meu homem. Ao homem que hoje posso dizer que é meu.
A minha vida tem muitas vidas e outrora a vida minha do meu homem já foi a mais infeliz que tive. Mas hoje não. Hoje é ela que me dá alento, que me faz suportar todos os mundos dentro de mim.
Por vezes não acredito que é real e mesmo quando acredito sei que não é imortal. É difícil de aceitar que a nossa confusão agora é a matemática mais que perfeita do tempo de Júlio Cesar, tens de perceber amor. Custa.
Mas sabes que mais? O mais difícil não é acreditar em ti, em mim, ou no teu amor por mim. O que custa mais é saber que sei. Saber que bem no meu intimo acredito em nós e sei que somos para sempre.
Logo, hoje não te vou agradecer por estares comigo e me fazeres feliz. Hoje agradeço ao cosmo, por ser tão generoso e levar as coisas direito aos seus lugares. Pertences-me, não vale a pena complicar.

Te amo.

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