O que eu queria era um tapete que voasse. Uma casa no fundo do mar. Um chapéu como o dos palhaços. Queria também que as chaminés fossem todas dar às salas de quem gosto. ou aos quartos, tanto faz.
O que eu queria quero mesmo! Uma Aladin? sim queria ser, assim não apanhava transito, até porque os motoristas da carris têm uma capacidade incrível de resistir ao stress. Ariel, Ariel, sempre, (desde sempre!)que sou apaixonada por eu ser ela, se tivesse uma casa no fundo do mar contratava o Sebastião como porteiro e só entrava quem eu quisesse. Só um dos meus quereres, aquele que faz o meu coração disparar e nada mais. Depois para que os meus outros bem-me-querem não ficassem chateados e deitassem fumo pelas orelhas haviam as chaminés que iriam do meu quarto até eles. E comia algas e... yahnha agora esqueci-me. como é que se chama a comida dos japoneses que é peixe cru? mil desculpas escapou-se-me!
E era feliz comigo e com o meu que é só meu e que agora devia estar semi-nu, numa onda de mil areias ao meu lado!
Com amor Cácia
(o que eu queria mesmo era chamar-te mamã, ter um antigamente tão bonito como pintei e que fosses para sempre minha, sem fingimentos, verdadeiramente, o que nunca foste topas?)
O que eu queria quero mesmo! Uma Aladin? sim queria ser, assim não apanhava transito, até porque os motoristas da carris têm uma capacidade incrível de resistir ao stress. Ariel, Ariel, sempre, (desde sempre!)que sou apaixonada por eu ser ela, se tivesse uma casa no fundo do mar contratava o Sebastião como porteiro e só entrava quem eu quisesse. Só um dos meus quereres, aquele que faz o meu coração disparar e nada mais. Depois para que os meus outros bem-me-querem não ficassem chateados e deitassem fumo pelas orelhas haviam as chaminés que iriam do meu quarto até eles. E comia algas e... yahnha agora esqueci-me. como é que se chama a comida dos japoneses que é peixe cru? mil desculpas escapou-se-me!
E era feliz comigo e com o meu que é só meu e que agora devia estar semi-nu, numa onda de mil areias ao meu lado!
Com amor Cácia
(o que eu queria mesmo era chamar-te mamã, ter um antigamente tão bonito como pintei e que fosses para sempre minha, sem fingimentos, verdadeiramente, o que nunca foste topas?)
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