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Mensagem para um estranho que eu conheço


Há muito tempo que não escrevia para ti, já faz saudade. Sente
Tenho tido ideias, pensamentos, vivido coisas, chorado por risos, sorrido com vontade de chorar, sim dilema.
Tenho feito coisas... pintado mundos... sonhando terras... ideias, ideias... Coisas.
Quero te contar a minha alegria, as minhas tristezas diárias, sim sonhos, sim dilema.
Sabes que sou feliz?
Sabes, eu sei que sabes. Tenho te contado as minhas lágrimas sempre, tens chorado os meus risos.. tu sabes!
Como um dia uma outra amiga me disse " A escrita não devia ser..." não me lembro das palavras ao certo mas era mais ou menos assim "... inspirada" sim é isso, a escrita não deve ser inspirada, deve inspirar, inspirar mentes, cérebros palhaços. Por isso é que não tenho escrito, ultimamente sinto demasiado. E quando não sinto tenho fome ou sono, é mais fome..
Mas então eu falo, falo, digo coisas, muitas desinteressantes e tu não dizes nada. Deixa-me fazer-te uma pergunta... TU CHORAS? SENTES? Sim... és tão paciente e sereno que eu não percebo, ninguém é assim puto.
Grita! Vem gritar comigo, agora apetece-me.. acho que chorar é demasiado parvo.
Um dia, quando eu não estiver nesta nostalgia e preguiça, combinamos um café. Ficas comigo, desabafas, choras que bem precisas, vamos a um centro comercial olhar para as montras de bolsos vazios e somos felizes. Topas?
Zarpa daí que eu te amo meu mundo inteligível. Conscientemente ignorante.


Só é pena que já tenha sido tudo dito entre nós...
Sabes mais de mim do que eu... mais vale esquecermos o café...

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