
Olho para mim, observo o que faço, o que sinto e tenho a certeza do que sou, Alma Portuguesa.
Mulher melancólica, sofredora e batalhadora é ela, a nossa lusitana. Sou eu.
Tenho saudades de ti, de nós, de como era seguro adormecer nos teus braços.
Quero de volta o nós os três, o nosso mundo, as fantasias e os sonhos que vocês tinham com a rapariga valente que eu me tornaria.
Sonho com o dia do teu regresso, em que irei dormir segura, em que me guardas o sono.
Choro, sofro, quero-te de volta, o teu lugar é a meu lado. De onde nunca deverias ter saído.
Mas eu nunca te tive, nasci condenada a viver sem ti, nunca foste meu. Se não em sonhos.
Não posso ter saudades de algo que não conheço. SAUDADE meu sentimento português, labrego. Eu conheço!
Pai, delírio. Sonho
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