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cogumelo venenoso

Voltei a precisar de ti. Voltei a gritar.O teu nome.
O teu nome no escuro sem conhecer quem és. A terrível angustia de não saber o teu rosto, de não te ver. A incessante procura do teu ser. És sombra, és vulto.
Saber tanto de ti e saber tão pouco.
Só te quero provar, vem, encontra-me, torna-te meu, deixa-me ser feliz com o descobrir do teu sorriso. AMOR. Estou aqui! Torna-me descoberta. sejamos um a descoberta do outro.. Mas não te mostres todo! Deixai-me acreditar que me pertences. O resto são fábulas. Eu sou tua. E do mundo. De quem por instantes não sou, não estou.

Breves segundos de repouso, de morte.

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